Hamilton Smith

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Possivelmente nenhuma Escritura nos dará um sentido tão profundo do valor da Igreja para o coração de Cristo como aquela que nos diz: “Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela”.

Assim como “o dia declina” e “vão se estendendo as sombras da tarde”, como os ataques se tornam mais persistentes, e a batalha se torna mais feroz, assim também se torna mais imperativo que todo santo autêntico dê um testemunho claro e inequívoco da glória do Filho de Deus.

O título, “As Últimas Palavras”, foi escolhido por ser suficientemente amplo para incluir a última oração bem como os últimos discursos. Nessas últimas palavras ouvimos, como alguém disse: “A voz de Jesus alongada por todas as eras, tão fresca hoje... quanto foi ali no átrio superior em Jerusalém. Ela tem uma linguagem intensamente humana em seus tons de compaixão e afeto; contudo em revelação e autoridade não menos distintamente divina”. Se, através desta exposição, algum filho de Deus for atraído para mais perto Daquele cuja voz ouvimos nas últimas palavras, não será em vão que ela foi escrita.

 

No decorrer da sua segunda epístola Paulo adverte os santos com relação a essa maldade anunciando a verdade que expõe o mal. Ele apresenta Cristo na glória, Aquele no qual todas as promessas de Deus são Sim e Amém. Ele apresenta os santos na terra como deixados aqui para ser a carta de Cristo.

A Primeira Epístola aos Coríntios visualiza a igreja de Deus em seus privilégios e responsabilidades na terra, e apresenta a ordem de Deus para executar essas responsabilidades localmente.

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